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As empresas de hoje precisam adotar inovações reais como parte de seus negócios cotidianos. Para isso elas precisam da participação dos funcionários ativamente no processo de geração de ideias.

Os funcionários podem compartilhar suas ideias?

O que eles esperam em troca?

Qual é o valor da ideia para a empresa?

Como os lideres podem motivar e recompensar os funcionários?

Para alcançar esse nível de ação inovadora, as empresas precisam desenvolver uma cultura de inovação e estabelecer os mecanismos necessários para incentivar o compartilhamento de ideias. Assumindo essa cultura, o compartilhamento de uma ideia desencadeará, naturalmente, uma série de reações: o proprietário da ideia receberá visibilidade e reconhecimento, enquanto seus colegas que se demostrarem interessados podem entender, fornecer feedback e experimentar possíveis implementações e resultados. Consecutivamente os executivos e os proprietários são convidados a avaliar e tomar decisões sobre as próximas etapas do processo.

A mentalidade

Inspire ideias, remova os bloqueios

Sim, os funcionários têm ótimas ideias. Embora, na maioria dos casos, o relacionamento com seus lideres não seja dos melhores. Um ambiente hostil moldado por uma cultura que não compreende, valoriza ou recompensa a ideia é uma das principais razões que fazem com que os funcionários não se sintam motivados a compartilhar ideias. No modelo típico de empresa, levar uma ideia a frente pode revelar-se caro, ineficaz e frustrante: ao existir uma ideia que valha a pena, o empresário precisa prepará-la, compartilhá-la e comunicá-la às pessoas certas. Isso requer um esforço significativo em criação de conteúdo, apresentação para atrair atenção e influenciar as pessoas certas. Sem resultados garantidos, ideias geralmente acabam esquecidas ou abandonadas.

Há muitos outros bloqueadores que impedem uma cultura de ideias, incluindo:

O medo da exposição

Os funcionários podem ter medo ou estarem desanimados para compartilhar suas ideias: uma ideia pode parecer louca ou inviável. Isso pode ser tratado e corrigido com uma comunicação e treinamento adequados e também através de um processo de captura de ideias flexíveis que permite ao funcionário enviar a ideia anonimamente e capturar comentários sobre sua validade e potencial.

Falta de motivação

Os funcionários não vêem valor ao compartilhar suas ideias. Este é um aspecto puramente cultural. As empresas precisam efetivamente e regularmente comunicar a cultura de ideias e os principais contribuidores. As placas de liderança e inovação também podem gerar excelentes resultados nesta direção. Os funcionários apreciam recompensas e reconhecimento como inovadores.

O medo da carga de trabalho

Os funcionários querem ser reconhecidos por suas ideias, mas talvez não desejem necessariamente se envolver ativamente em futuras iterações e possíveis esforços de implementação. Em muitos casos, há uma linha entre o criador de ideias e a equipe que experimenta a ideia. Um quadro de ideias precisa respeitar essa separação de preocupações e proporcionar a flexibilidade necessária.

Falta de um método

Em muitos casos, o proprietário da ideia não sabe como iniciar, estruturar, validar e comunicar sua ideia. Isso pode ser corrigido pela introdução de um UX para permitir o envio e gerenciamento otimizado de ideias de esforço zero: uma incorporação adaptável e personalizada de práticas recomendadas e o conhecimento necessário para orientar o usuário para criar uma descrição de ideia efetiva.

A tecnologia

Tecnologia para eliminar a burocracia

A burocracia mata a inovação. As pessoas tendem a pensar no criar ideias como um processo rigoroso e com estrutura rígida, regras e diretrizes. Normalmente, os funcionários participam de um chamado para inovar ou um evento para criação de ideias: alguns funcionários são convidados a gerar ideias dentro de um contexto específico e prazo. Funcionários e equipes podem inovar sob demanda? Faz sentido pedir a um funcionário que gere a próxima BIG IDEA com uma ampulheta na sala? E se a grande ideia chegar em um ponto diferente no processo ou fora do processo? E se um não participante já tem uma ótima ideia que a equipe está procurando? E se a grande ideia estiver na sala, mas devido correria do dia a dia, não é devidamente comunicada, capturada e compreendida?

A inovação requer uma configuração onde os funcionários compartilhem ideias naturalmente, a empresa busque constantemente oportunidades. Nesta configuração, os funcionários estão sendo reconhecidos, recompensados e se vêem como membros ativos da máquina de inovação e do sucesso do negócio. Ao mesmo tempo, os executivos percebem o valor da ideia, experimentam e aceitam o fato de que mesmo ideias aleatórias podem afetar positivamente o desempenho do negócio.
Um processo de idealização contínua sem supervisão alimentado por tecnologia avançada: imagine um sistema inteligente que simplifique os procedimentos de captura, manipulação e roteamento de uma ideia; uma Inteligência Artificial convidando esses funcionários com experiência em idealização para se juntar e colaborar; um UX poderoso que permite que um funcionário silencioso e anônimo envie uma ideia ou execute uma campanha interna direcionada com objetivos comerciais claros; um módulo de descoberta orientado por voz que habilita um executivo a descobrir instantaneamente a próxima grande coisa.

Este quadro de ideação não supervisionado, requer uma “banco de dados" onde as ideias "vivem para sempre" - no sentido de que elas são sempre visíveis e disponíveis para "relacionar" e "juntar" as mais novas. As ideias estão sendo avaliadas continuamente, contextualmente, contra as múltiplas dimensões de negócios e os "critérios ativos de avaliação de ideias" (que refletem a estratégia da corporação). As ideias podem ser avaliadas em diferentes pontos do tempo por processos independentes, cada uma com sua própria lógica de avaliação e atendendo a uma finalidade comercial diferente.

Seguindo princípios suaves e ágeis, estes mecanismos de idealização precisam ser simples, eficazes e eficientes. O processo deve estar sempre ligado, sempre disponível, com múltiplos pontos de entrada e pós-processamento de ideias inteligentes, a fim de manipular e ocultar complexidades dos usuários.

Embora o gerenciamento possa liberar a qualquer momento um chamado para inovar, estabelecendo um contexto específico para a geração de ideias, o processo deve ser continuamente acessível e aberto para capturar qualquer ideia, em qualquer contexto. Neste contexto, um back-end adaptativo e cognitivo pode manipular, avaliar automaticamente, rotear e comunicar a ideia no contexto correto e no tempo.

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